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Gerenciar seu dinheiro: 15 dicas sobre finanças

gerenciar seu dinheiro

As finanças pessoais são uma habilidade essencial para gerenciar seu dinheiro. Não há dúvida de que os caminhos para se ter sucesso neste campo valem para todos. Quem, de fato, tem dificuldade em poupar poupanças e quer ter sucesso, pode seguir alguns conselhos válidos para todas as pessoas, em qualquer parte do mundo.

Qual é a definição de finanças pessoais

Antes de mais nada, vamos esclarecer: do que exatamente estamos falando? Se finanças em geral é a disciplina econômica que estuda os processos e escolhas de investimento, finanças pessoais é o conjunto de decisões financeiras tomadas por um único sujeito (entendido como um indivíduo ou unidade familiar) sobre créditos e dívidas, desde a abertura desde uma hipoteca até opções de previdência complementar, até investimentos em imóveis. Os outros tipos de financiamento existentes são corporativos, públicos e internacionais.

Finanças pessoais: guia definitivo para gerenciar seu dinheiro de maneira eficaz

CRIE UMA ROTINA – Se você não confia em si mesmo no que diz respeito ao cumprimento de prazos,   a maneira mais fácil de não atrasar é criando uma rotina, por exemplo, pagando suas contas no mesmo dia do mês. Além disso, para facilitar, é sempre bom anotar os prazos e as diversas obrigações a cumprir num calendário, que fica à vista.

ESTABELEÇA UM ORÇAMENTO – Pode parecer óbvio, mas é bom lembrar: se não podemos economizar é porque gastamos muito em relação ao que ganhamos. Neste caso, o conselho é estabelecer um orçamento mensal, o que não prevê qualquer derrogação. A não ser que haja aumento de salário.

TENTE USAR DINHEIRO – Cartão ou dinheiro? Quem quer economizar deve sempre preferir a segunda forma de pagamento. Na verdade, aparecer no caixa com dinheiro vivo nos permite entender quanto estamos gastando, porque ver a carteira sendo esvaziada fisicamente nos impede mais do que passar o cartão sem causar danos.

RAZÃO POR PORCENTAGEM – De acordo com especialistas em finanças pessoais, para economizar dinheiro, podemos dividir as despesas por porcentagem de nosso orçamento. Um exemplo? Para os prazeres da vida (jantares fora, cinema, viagens) devemos usar no máximo 30% do dinheiro disponível. E imediatamente reserve, talvez em uma conta secundária, 10% das receitas.

USE UM MANTRA – Quando você está indeciso se vai ou não gastar uma determinada quantia em uma determinada compra, pense no que você realmente quer, no que está economizando. Em suma, para não cair na tentação ao entrar numa loja, pode repetir para si mesmo algo que o incentivará a refletir.

Mais mantras sobre como gerenciar seu dinheiro

ECONOMIZAR AJUDA A POUPAR – Para a maioria dos poupadores, o objetivo final é comprar uma casa. Para conseguir realizar esse sonho, explicam os especialistas, é possível treinar com objetivos pequenos, alcançáveis ​​em pouco tempo. Como poder reservar uma certa quantia por semana, elevando lentamente a barra (e a conta bancária).

SINDICATO FAZ FORÇA – Tem gente que só consegue ir à academia com um amigo, porque só fortalecendo um ao outro é que encontram consistência. Por que então não começar a economizar com um amigo (ou mais amigos), talvez organizando jantares mensais para discutir as metas alcançadas?

VALORIZAR CADA COMPRA – Muitas vezes lutamos para economizar dinheiro porque compramos muitas coisas. Que muitas vezes são inúteis. Aqui, sempre que temos dúvida se devemos ou não fazer uma determinada compra, procuramos perceber se realmente vale a pena. Um liquidificador, por exemplo, pode ser útil para bons sucos, mas se sempre tomamos café da manhã com pressa, quando o usaremos? Uma boa dica é tentar pensar em euros por hora de uso.

COMPRE VOCÊ MESMO – Um amigo, conforme mencionado, pode economizar seu dinheiro. Desde que não o leve consigo para fazer compras: é melhor ir sozinho, porque assim poderemos fazer mais facilmente escolhas “dolorosas” (como deixar na loja aquelas calças que caem perfeitamente, mas custam muito caro).

VOCÊ DECIDE O AUMENTO – Um aumento é sempre bom. Mas o valor em questão deve ser consistente com sua posição, suas habilidades e a contribuição que você faz para a empresa. Ser mal pago, mesmo que seja um pouco, tem seus efeitos no longo prazo. Portanto, deixe a própria empresa dar o primeiro passo, caso contrário, você corre o risco de propor um valor (muitas vezes sem saber) para baixo. Espere para ouvir o que eles propõem a você. E, se não ficar satisfeito, tente aumentar.

5 mantras finais sobre finanças pessoais e gerenciar seu dinheiro

SIM PARA O SEGURO – Afinal, a esperança é que nunca haja necessidade de utilizá-los. Mas fazer um seguro é uma ótima maneira de se proteger em caso de acidente. Além da superstição, o seguro de vida também é uma forma válida de proteger sua unidade familiar.

PENSE SOBRE INVESTIMENTOS – É difícil determinar quando é apropriado parar na poupança líquida. Há quem prefira continuar a fazê-lo, mas de acordo com especialistas bastaria ter o equivalente a nove salários à parte, para fazer face a emergências. Resumindo, de uma carta para cima, o conselho é investir.

SEPARAR AS CONTAS – O ideal seria ter uma conta à ordem e outra de depósito em dois bancos diferentes. Desta forma, transferir dinheiro de uma parte (conta de depósito) para outra (conta à ordem) será mais difícil. Assim, você saberá gerenciar seu dinheiro de forma melhor.

DESCUBRA UMA RENDA COMPLEMENTAR – Complementar sua renda nunca foi tão fácil com a ascensão da internet e empresas que apostam nisso. Sendo assim, procure algo em que você possa contribuir a si mesmo e a terceiros e ainda lucrar com isso. 

NUNCA É CEDO DEMAIS – Falamos em aposentadoria, referindo-nos a atingir uma determinada idade, mas é bom lembrar que nunca é cedo para gerenciar seu dinheiro ou para gastar com consciência. É um pouco como esquiar: quem começa jovem aprende mais facilmente a economizar.

Ser capaz de colocar algo de lado, gerenciar seu dinheiro e investir dinheiro com sucesso são habilidades fundamentais para melhorar sua vida e a de seus entes queridos. Logo, a economia não gira apenas em torno de você próprio, mas sim de uma série de fatores familiares/sociais que impulsionam o mundo financeiro. A consciência é o primeiro passo, seguido de diversos estudos e organização!

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