GRLV11: Fato relevante vai afetar a cotação?

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    Atualmente, o mercado de fundos imobiliários tem demonstrado uma expansão significativa com o crescimento de fundos híbridos com vários imóveis e diminuição da força dos fundos mono como o GRLV11,e consequentemente, modificando sua cotação.

    Sendo assim, as principais gestoras já compreenderam que o mercado brasileiro pode se transformar lentamente num mercado similar aos REITS americanos.

    Então, dentro deste cenário, os fundos contendo um ou poucos ativos imobiliários têm um possível cenário de incorporação por FIIs maiores e mais consolidados.

    No artigo, vamos falar sobre os possíveis impactos do fato relevante divulgado recentemente na cotação do CSHG GR Louveira FII, ou GRLV11.

    Conhecendo um pouco mais sobre o GRLV11 e sua cotação

    O CSHG GR Louveira FII é um fundo monoimóvel e multi-inquilino do segmento de galpões logísticos negociado na B3 pelo ticker GRLV11.

    O GRLV11 teve seu IPO em janeiro de 2013 e está inscrito sob o CNPJ número 17.143.998/0001-86.

    A gestão e a administração do fundo é atualmente da Credit Suisse Hedging-Griffo, ou CSHG.

    O único ativo imobiliário do fundo tem uma ABL de cerca de 55.200 metros quadrados e está localizado em Louveira – SP.

    Os principais locatários do ativo imobiliário do fundo são as empresas Ambev, Renovigi e Vetnil.

    Atualmente, o fundo tem cerca de 2.700 cotistas que detém cerca de 1,07 milhão de cotas.

    Em agosto de 2020, o GRLV11 encerrou o mês com a cotação de R$ 132,30 com um valor patrimonial de cota de R$ 131,86.

    De acordo com o site Status Invest, nos 12 meses anteriores, o GRLV11 FII teve uma valorização da cotação de 17,5 %, sendo a cotação do GRLV11 hoje igual a R$ 138,00.

    A rentabilidade acumulada do fundo GRLV11 desde o seu IPO é de cerca de 106,4 %.

    Em outras palavras, em menos de 10 anos, os cotistas já tiveram um retorno superior a 100 % do investimento inicialmente feito no fundo.

    Fato relevante e possível impacto no GRLV11 e sua cotação

    Em 23 de setembro de 2020, a CSHG divulgou ao mercado, um fato relevante que informa que os cotistas que detêm mais de 5 % das cotas do fundo convocaram uma assembleia.

    Conforme descrito no documento, a assembleia geral de cotistas tem como objetivo definir sobre a possível venda do ativo imobiliário do GRLV11.

    Desse modo, a efetivação da venda do ativo imobiliário do fundo deve considerar o melhor preço e o valor mínimo de R$ 150 milhões.

    Atualmente, o GRLV11 é um FII que faz parte da carteira de muitos fundos de fundos como o HFOF11.

    Então, no caso de uma possível venda, é bastante provável que a cotação do GRLV11 caia bastante, uma vez que o fundo será incorporado por outro fundo de maior valor patrimonial.

    Minha conclusão sobre o fato relevante

    Em algumas ocasiões, já havia mencionado que o mercado brasileiro de fundos imobiliários estava em processo de expansão.

    Sendo assim, é natural que os fundos imobiliários aumentem a quantidade de ativos imobiliários através de incorporação ou encontro de novas oportunidades de mercado.

    Por isso, acho que assim como o desenvolvimento de ativos, a incorporação entre FIIs pode se tornar uma realidade do nosso mercado.

    Então, é basicamente isso!

    Abraços,

    Rodrigo Colombo.

     

     

     

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